Falso filho de Gugu Liberato terá que ‘devolver’ mansão de R$ 7 milhões do apresentador após DNA negativo

O problema, entretanto, surgiu quando Ricardo Rocha interferiu no processo, alegando ser filho do apresentador e entrando na Justiça para solicitar o reconhecimento de paternidade. Ele argumentou que qualquer item compartilhado antes do reconhecimento de sua paternidade poderia prejudicá-lo, com possíveis perdas financeiras.
Em meio a esse impasse, a família de Gugu Liberato fez um acordo com Ricardo e, em forma de caução, reservou para ele um valor considerável em dinheiro, além de duas mansões. Uma delas, localizada em Barueri, na Grande São Paulo, está avaliada em mais de R$ 7 milhões, sendo o local onde o apresentador viveu por muitos anos. A outra propriedade estava situada em um condomínio fechado em Itu, no interior paulista.
Não é filho de Gugu
No entanto, a situação tomou um novo rumo quando os exames de DNA revelaram que Ricardo Rocha não é filho biológico de Gugu Liberato. Sendo assim, ele perde completamente o direito à herança.
Além disso, terá que devolver tanto as mansões quanto o valor em dinheiro que lhe haviam sido destinados. As propriedades agora voltarão ao espólio, que é administrado pela irmã de Gugu, Aparecida Liberato, e serão redistribuídas entre os herdeiros legítimos do apresentador.
No laudo divulgado pela colunista Mônica Bergamo, do Folha de S Paulo, nessa segunda-feira (9), consta que: “As amostras foram analisadas por duas equipes diferentes em prova e contraprova e confirmaram os resultados. Conclui-se que o Antonio Augusto Moraes Liberato não é pai biológico de Ricardo Rocha”.
A divisão da herança de Gugu Liberato foi feita entre seus três filhos, que ficaram com 25% do patrimônio cada, totalizando 75% da partilha. O restante dos 25% foi dividido entre os cinco sobrinhos do apresentador, além de uma pensão vitalícia para sua mãe, Maria do Céu Moraes, no valor de R$ 163 mil por mês.





