Apenas 45 minutos depois, durante o velório, os familiares de Neide Rossi notaram a confusão. A família da verdadeira falecida, Neide Basso, só descobriu o ocorrido ao tentar organizar o próprio velório.

O irmão dela, Daniel Basso, relatou que o hospital não permitiu que vissem o corpo no sábado, dia do falecimento, o que agravou a confusão. Ele só teve conhecimento da troca após uma postagem em redes sociais mencionando o engano.

O hospital afirmou, em nota, que houve uma “inconsistência na comunicação” e que prestou esclarecimentos às famílias envolvidas. Contudo, o irmão da falecida classificou o caso como um “desrespeito com as famílias e o paciente”.

A troca dos corpos causou indignação e abriu um debate sobre a responsabilidade de instituições de saúde em momentos tão delicados. Mais do que uma “história louca”, o episódio reflete a necessidade de maior cuidado em processos que lidam com a dignidade humana em situações de perda.

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