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Papa Leão XIV faz apelo e manda recado para todos os fiéis após primeira missa de 2026

O Papa realizou um apelo aos seus fiéis no começo de 2026.

O início de 2026 no Vaticano foi marcado por uma mensagem de esperança e um chamado à responsabilidade global. O Papa Leão XIV, após celebrar a primeira missa do ano, dirigiu-se a uma multidão de 40 mil fiéis na Praça São Pedro.

Na ocasião, aconteceu a a tradicional oração do Angelus e o Papa enviou um recado aos seus fiéis, focando sua fala na urgência da paz em um mundo fragmentado por conflitos e crises sociais. O papa fez um apelo, pedindo que todos rezassem pela paz.

O pontífice enfatizou que a virada do ano não deve ser apenas uma mudança cronológica, mas uma oportunidade para uma renovação espiritual e diplomática.

A fala de Leão XIV estruturou-se em três eixos principais, conectando a fé à realidade geopolítica atual.  Para o Papa, “virar as páginas do calendário” é um ato vazio se não houver um compromisso real com a amizade entre os povos.

Com isso, ele instou os líderes mundiais e os cidadãos comuns a buscarem relações pacíficas. O pontífice não limitou seu apelo às guerras entre nações; ele mencionou especificamente a necessidade de harmonia nos lares, pedindo o fim da violência doméstica.

Em seu comunicado, o Papa reafirmou seu lema de eleição — “A paz esteja com todos vocês” — como um guia para o novo ano. O Angelus deste 1º de janeiro carregou um peso histórico adicional devido às efemérides religiosas:

O Papa pediu a intercessão da Virgem Maria para guiar a humanidade rumo à concórdia, e além disso, a conclusão da cerimônia foi marcada pela recordação do legado de São Francisco de Assis o santo da paz e da natureza, cuja morte completa oito séculos em 2026.

Este pronunciamento ocorre em um momento em que a comunidade internacional enfrenta tensões crescentes, desde os bloqueios econômicos na Venezuela até os conflitos persistentes no Oriente Médio e na Europa.

A bênção final do Papa, concedida “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo), selou o compromisso da Igreja Católica em atuar como mediadora em prol dos mais vulneráveis.