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Criança de 7 anos não resiste após acidente

A confirmação da morte da pequena Marina Ferreira Rocha, de apenas 7 anos, provocou forte comoção entre familiares, amigos e moradores da comunidade neste sábado (21). A menina não resistiu às complicações decorrentes de um acidente doméstico ocorrido durante o período de Carnaval, no sítio da família. Desde o dia do episódio, Marina permanecia internada em estado delicado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular da capital, onde recebia acompanhamento médico contínuo. A notícia gerou grande mobilização nas redes sociais, com mensagens de apoio, fé e homenagens.

Segundo relatos de pessoas próximas, o acidente envolveu um quadriciclo utilizado dentro da propriedade rural. O que deveria ser um momento de lazer e descanso acabou se transformando em apreensão e angústia para todos. A criança foi socorrida rapidamente e levada para atendimento especializado, permanecendo sob cuidados intensivos desde então. O caso reacende a discussão sobre segurança em ambientes familiares, especialmente em períodos festivos, quando a rotina costuma mudar e a atenção pode diminuir.

Durante os dias de internação, familiares e amigos se uniram em correntes de oração e esperança, acompanhando cada boletim médico divulgado. A equipe de saúde adotou todas as medidas necessárias para tentar estabilizar o quadro clínico, que exigia vigilância constante. Apesar dos esforços e da expectativa de recuperação, o estado de saúde da menina não evoluiu como esperado, tornando a confirmação do falecimento ainda mais dolorosa. Em respeito à família, o hospital limitou-se a confirmar a morte, sem fornecer detalhes adicionais.

Marina era conhecida na comunidade pelo sorriso fácil, pela alegria contagiante e pela forma carinhosa com que tratava todos ao seu redor. Colegas de escola, professores e vizinhos manifestaram publicamente o sentimento de perda, destacando o quanto sua presença fazia diferença no cotidiano. Nas redes sociais, muitas mensagens relembraram momentos simples e felizes, agora transformados em memórias carregadas de emoção.

O episódio também reforça a importância da prevenção de acidentes domésticos, principalmente em áreas rurais ou locais de lazer. Quadriciclos e outros veículos recreativos, embora comuns em sítios e fazendas, exigem cuidados específicos, uso responsável e supervisão constante, sobretudo quando há crianças envolvidas. Especialistas ressaltam que momentos de descanso e confraternização devem sempre estar acompanhados de medidas de segurança claras.

Nos últimos anos, campanhas educativas vêm alertando para os riscos existentes dentro do próprio ambiente familiar, incentivando práticas mais seguras por parte de pais e responsáveis. Ainda assim, situações inesperadas continuam acontecendo, muitas vezes em espaços considerados seguros. Casos como o de Marina reforçam a necessidade de informação, diálogo e atenção redobrada — não como forma de atribuir culpa, mas como um chamado coletivo à conscientização.

Enquanto familiares se despedem da menina, permanece um silêncio difícil de traduzir em palavras. O luto se espalha entre todos que acompanharam sua luta e se sensibilizaram com sua história. Em meio à dor, ficam as demonstrações de carinho e a lembrança de uma infância interrompida cedo demais. A despedida deixa um alerta, mas, acima de tudo, um apelo por cuidado, empatia e valorização da vida.