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Morte misteriosa de menino de 9 anos em escola de Taubaté levanta suspeitas de envenenamento

A tragédia de um menino de apenas 9 anos comoveu Taubaté, no interior de São Paulo. Bryan faleceu após passar mal dentro da escola, deixando a comunidade escolar e familiares em choque. O caso, que inicialmente parecia um mal-estar isolado, ganhou contornos preocupantes quando outras crianças também apresentaram sintomas semelhantes. A polícia agora investiga a possibilidade de envenenamento.

O que aconteceu com Bryan?

Na última terça-feira, Bryan, um estudante de 9 anos, relatou fortes dores de cabeça enquanto estava na escola. A mãe do menino, que atua como socorrista, foi chamada à instituição para prestar atendimento ao filho. Ao chegar em casa, o quadro da criança piorou drasticamente: ele começou a vomitar e, em seguida, sofreu uma convulsão. Levado imediatamente ao hospital, Bryan não resistiu.

O laudo inicial aponta que a causa da morte foi uma hemorragia cerebral e um Acidente Vascular Cerebral (AVC), possivelmente provocados por contato com uma substância tóxica. A polícia, agora, busca respostas para entender como esse material chegou até a criança.

Outras crianças apresentaram sintomas

O que já era uma situação preocupante tomou proporções ainda maiores quando outros estudantes da mesma escola passaram mal. Relatos de pais e mães indicam que diversas crianças apresentaram sintomas como náusea e vômito, o que levanta a hipótese de que Bryan pode não ter sido o único exposto à substância misteriosa.

A prefeitura de Taubaté se pronunciou, afirmando que está colaborando integralmente com as investigações e que aguarda os laudos toxicológicos para entender o que pode ter acontecido.

Investigação e busca por respostas

A polícia já solicitou e recebeu imagens das câmeras de segurança da escola, que estão sendo analisadas para verificar se houve alguma situação suspeita.

Além disso, depoimentos de professores, funcionários e alunos estão sendo colhidos para ajudar na elucidação do caso.

As autoridades também investigam se há possibilidade de intoxicação alimentar, contato com produtos químicos ou até mesmo alguma ação criminosa. A escola segue funcionando, mas os pais estão apreensivos e exigem respostas rápidas para garantir a segurança das crianças.

Como a população pode ajudar?

Diante da gravidade do caso, a polícia pede que qualquer pessoa que tenha informações relevantes procure as autoridades. Pais e familiares de outras crianças que apresentaram sintomas semelhantes também são orientados a buscar atendimento médico e relatar os sintomas às autoridades de saúde.

O caso segue em investigação e a expectativa é que os laudos toxicológicos tragam respostas cruciais para entender o que realmente aconteceu com Bryan e as demais crianças afetadas. Enquanto isso, a cidade de Taubaté permanece em alerta, esperando por esclarecimentos que tragam justiça e segurança para a comunidade escolar.