Prefeitura de Itumbiara vem a público falar sobre ‘infarto’ de prefeito ao saber que netos foram mortos pelo genro
Cidade foi fortemente abalada por tragédia

Em momentos de grande dor coletiva, não é raro que informações desencontradas ganhem força e ampliem ainda mais a tensão. Em meio à intensa comoção que tomou conta de Itumbiara após o caso envolvendo o secretário Thales Machado e seus dois filhos, um novo episódio movimentou as redes sociais.
A notícia de que o prefeito Dione Araújo teria sofrido um infarto ao receber a informação sobre a morte dos netos. A prefeitura, no entanto, afirma que o boato é falso. Segundo comunicado oficial, Dione não sofreu qualquer infarto.
A informação, que se espalhou rapidamente entre moradores e internautas, foi desmentida pela administração municipal. De acordo com um secretário da prefeitura, o prefeito está em casa, onde ocorre o velório do neto mais velho, Miguel, de 12 anos.
O chefe do Executivo municipal está acompanhado de autoridades estaduais, entre elas o governador Ronaldo Caiado, a primeira-dama Gracinha Caiado, o vice-governador Daniel Vilela, o deputado federal Daniel Agrobom e o secretário estadual de Saúde, Rasível Reis.
Já o velório de Thales Machado acontece na funerária Fênix, também na cidade. Enquanto isso, as redes sociais de Dione Araújo foram tomadas por mensagens de solidariedade.
Seguidores expressaram apoio e palavras de conforto diante do sofrimento da família. Em meio às manifestações, também surgiram reflexões sobre o contexto do caso, incluindo debates sobre relações familiares e saúde emocional.
Horas antes do ocorrido, Thales havia publicado um vídeo nas redes sociais ao lado dos filhos, com uma mensagem carinhosa: “Que Deus abençoe sempre, meus filhos… Papai ama muito”. A postagem passou a ser amplamente compartilhada após o episódio.
O caso segue sob investigação das autoridades. Paralelamente, a circulação de informações não verificadas acendeu o alerta sobre a responsabilidade na divulgação de notícias, especialmente em situações delicadas, quando a cidade ainda tenta assimilar os acontecimentos e lidar com a dor coletiva.





