Filha tira a vida da própria mãe dentro de casa em GO; ela confessou o crime
A filha tirou a vida de sua própria mãe na região de Goiás e as duas já tinham um histórico de problemas complexos.

Um crime brutal chocou a Região Metropolitana de Goiânia na tarde deste domingo, 25 de janeiro de 2026. Karem Murielly de Jesus Oliveira, de 34 anos, foi presa em flagrante pela Polícia Civil de Goiás sob a acusação de ter assassinado a própria mãe.
A vítima, Maria de Lourdes Alves de Jesus, de 62 anos, morreu a facadas. Durante o depoimento formal aos investigadores, a suspeita não negou a autoria e admitiu ter cometido o homicídio dentro da residência da vítima, localizada no município de Guapó.
A investigação revelou um histórico conturbado de violência doméstica entre as duas. Segundo informações do delegado André Veloso, Maria de Lourdes já havia buscado proteção estatal anteriormente, registrando um boletim de ocorrência.
Com isso, ela tinha uma medida protetiva contra a filha. No entanto, em um gesto que infelizmente precedeu o desfecho trágico, a própria mãe decidiu retirar a restrição legal tempos depois, permitindo a reaproximação que culminou no ataque fatal.
O trabalho da polícia foi auxiliado por imagens cruciais de câmeras de segurança da vizinhança. Os registros mostram que Karem chegou à casa da mãe durante a madrugada, por volta das 03h21, acompanhada de sua filha pequena.
Cerca de duas horas depois, às 05h08, as câmeras capturaram a suspeita deixando o imóvel, apresentando um caminhar claudicante. Esse intervalo de tempo é o foco principal da perícia para entender a cronologia exata da agressão.
“A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes e circunstâncias do caso”, afirmou a autoridade policial, destacando que a motivação exata do crime ainda está sendo detalhada.
A criança que acompanhava a mãe no momento da chegada à residência está sob os cuidados das autoridades competentes, enquanto Karem permanece à disposição da Justiça.
O caso serve como um alerta doloroso sobre a complexidade das relações familiares marcadas por ciclos de violência e a importância da manutenção de mecanismos de proteção, mesmo quando há o desejo de reconciliação por parte da vítima.





