Onde está Ágatha? O que se sabe e o que falta saber sobre a garotinha de 3 anos que foi raptada no Paraná

Ágatha Saraiva, uma garotinha de 3 anos, continua desaparecida, ela foi levada da casa da família acolhedora, que fica na cidade de Cascavel, na região oeste do estado do Paraná, alcançando o quinto dia nesta terça-feira (16).

Conforme informações da polícia, Ágatha desapareceu na quinta-feira passada (11), enquanto estava sob os cuidados de uma família, participante de um projeto voluntário que oferece assistência temporária a crianças que se encontram em abrigos, aguardando o momento de retorno às suas famílias biológicas.

A SSP – Paraná, afirma que a principal suspeita pelo desaparecimento é a mãe biológica da menina, Emily Santos Saraiva, atualmente considerada foragida.

Rapto

Segundo relato da Polícia Civil, Ágatha encontrava-se brincando na área externa da residência onde estava com a família acolhedora, quando um carro se aproximou e o motorista conversou com a menina. Posteriormente, ela adentrou o veículo.

Ainda segundo as informações dos agentes de segurança o automóvel no qual a menina entrou pertence ao pai do atual parceiro da mãe biológica da criança. O veículo foi localizado nas dependências da propriedade da família.

Principais suspeitos

Após a apreensão do veículo que, segundo a polícia, suspeita-se ter sido utilizado para o sequestro da menina, as autoridades judiciais ordenaram a prisão de Emily Santos Saraiva, mãe biológica da criança, e de Maicon Henrique Paco, namorado de Emily. Ambos permanecem como fugitivos e não há notícias sobre o paradeiro de Ágatha.

O que é preciso elucidar

Além de permanecer desconhecido o paradeiro da criança, até o momento, as entidades envolvidas não elucidaram a maneira como a mãe biológica conseguiu obter acesso ao endereço onde Ágatha estava sob cuidados temporários em Cascavel.

Conforme as diretrizes do programa, os endereços dos voluntários são considerados informações confidenciais e não são compartilhados com os pais biológicos ou responsáveis legais das crianças acolhidas.


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